OFF - Aquilo que mais faço na vida!


E que gripe!

É uma sensação muito ruim. Nariz entupido, tosse de dois em dois minutos, um pouco de dor de garganta. Não sei como peguei essa gripe. Deve ser virose, tem muita gente na mesma situação que eu! O brabo é que não tenho muito fôlego para gravar off. E a gravação fica com aquela voz fanha de gente gripada!

Ontem trabalhei toda a tarde com uma dor de cabeça infernal. Sabe quando a gente sente o peso e quer mais é a nossa cama? Pois é... mas fiquei firme para fazer o jornal! Até porque teve matéria minha no estado, mostrando a situação das viaturas da Brigada Militar em Pelotas. Dos 26 veículos, apenas 12 estão circulando pelas ruas da cidade. Os outros 14, parados, esperando conserto. Denunciamos essa situação e parece que deu certo. A Secretaria de Segurança do Estado liberou R$ 28 mil para a manutenção dos automóveis.

E apesar de toda a gripe, hoje fui para Camaquã. Me acordei às 8h e fui para a cidade. Fizemos uma matéria sobre o 33º Congresso Mundial de Charolês. Criadores de gado de 21 países se encontraram em uma cabanha do município para conhecer a genética dos animais daqui- considerados modelos para o resto do mundo. Foi interessante ver suécos, australianos, franceses.. enfim, criadores de todos os cantos do mundo reunidos para conhecer a qualidade do gado verde-amarelo. Ah! Tudo isso aconteceu numa fazenda em que foram gravadas cenas da novela Laços de Família. Aliás, a personagem da Deborah Secco, naquela trama, vivia na fazenda. O local é lindo; a paisagem, maravilhosa; o clima, agradável!

Na volta, tomei uma decisão: vou começar a levar a máquina fotográfica nas minhas viagens a trabalho para fotografar esses lugares tão lindos, escondidos nos campos do Rio Grande. Só para registrar: não gosto de fazer matérias rurais! rss

E a monografia, meu assunto predileto? Apesar de eu achar que faltam muitas coisas, meu orientador está gostando bastante do que estou apresentando. Tenho até medo disso. Dia 21 está chegando...

Durante a semana...

Início da Fenadoce na quarta, churrasco da ATC na sexta, aniversário da vovó no sábado... quero o fim de semana!!!

A música da semana...

É brega!!! Um pagodão que toca na Celebridade. Se chama Encaixe Perfeito, do Swing e Simpatia. É mais ou menos assim:

"Como o encontro do vinho e a taça / Encaixe perfeito, medida exata / Assim o teu beijo, me embriaga a dor / Me fez escravo desse teu amor..."

 



Escrito por Rodrigo às 21h52
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Enxurrada...

O inferno não teve a presença do fogo e se mudou para Pelotas- pelo menos durante a sexta-feira. Que dia! Caos, morte, desabrigados, inundações.... Foi o dia em que tudo aconteceu e nada andou por aqui. Em quase todas as ruas, a água não conseguia escoar. Nas zonas mais baixas da cidade, os alagamentos foram inevitáveis. Em apenas 17 horas choveu por aqui cerca de 218 milímetros. A média no mês de maio, segundo o Centro de Pesquisas Meteorológicas da Universidade Federal, é de 100 milímetros. Vocês já têm uma idéia do que aconteceu...

Na madrugada, um agricultor morreu ao tentar atravessar uma ponte no interior do município. Foi levado pela correnteza. De manhã, o Serviço Autônomo de Saneamento teve que cortar o abastecimento de água. As casas de bombas nas três barragens ficaram debaixo d´água; e as máquinas, sem condições de funcionar. Resultado: só no domingo o serviço deve voltar ao normal. Os hospitais da cidade vão receber água nesse período graças a carros-pipa.

As cenas eram impressionantes. Do alto, Pelotas parecia estar escondida debaixo das águas. Foi a pior enxurrada dos últimos 30 anos. Cerca de 400 pessoas ficaram desabrigadas e foram levadas para os abrigos municipais. Só hoje onze escolas e 12 postos de saúde não funcionaram. Na região sul do Estado, 15.000 pessoas estão sem energia elétrica. Números que registram o caos. Pelotas está em situação de emergência. E nem mesmo a Rodoviária se salvou. Debaixo d´água, o terminal foi tranferido para um posto de combustíveis.

Nas vilas mais atingidas, o cenário era de destruição. Pessoas saindo das casas - em barcos, caminhões do Exército e botes do Corpo de Bombeiros - com os poucos objetos que conseguiram salvar. Teve gente que perdeu tudo. Animais mortos na zona rural, eletrodomésticos queimados e os sonhos sepultados.

Foto: Nauro Júnior - Zero Hora

No trânsito, problemas no centro da cidade - com ruas engarrafadas e tráfego lento - e fora dele. As cabeceiras de uma ponte, na BR 116, desabaram. Pelotas não tem ligação com onze cidades em direção a fronteira com o Uruguai. No local está liberada apenas a passagem de pedestres, que atravessam sobre um pontilhão de madeira construído à tarde.

De pensar que há pouco tempo todos pediam água! Pelotas viveu por três meses uma estiagem terrível. Agricultores sofreram quebra nas safras e a população viveu a ameaça de um racionamento de água potável.

Fazendo reportagens vi o drama de cada pessoa afetada de alguma forma com a forte chuva. Em cada rosto, a marca da emoção, da tensão e da revolta com os acontecimentos. A reportagem que eu fiz sobre essa situação abriu o RBS Notícias e ainda entrei ao vivo para todo o Rio Grande do Sul dando as últimas informações sobre a cheia. Uma sexta-feira que vai ficar marcada para sempre na história de todos os pelotenses...

As matérias sobre a enchente em Pelotas estão no site Clic RBS. Lá tem outras fotos e, inclusive, a minha reportagem para a RBS TV.

Doações para as famílias atingidas e pedidos de ajuda devem ser comunicados à Defesa Civil pelos telefones:
(53) 229-3522, 229-3583, 227-5038 e 225-7355

No próximo post volto a falar do Rio de Janeiro.



Escrito por Rodrigo às 23h16
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"Essa rua do Ouvidor virou caso de amor do meu Rio..."

Se da "Primeiro de Março falta um passo pra Ouvidor", "esse traço de amor" corta o centro do Rio. Refiro-me a Rua do Ouvidor. O centro do Rio de Janeiro, de uma forma geral, me encantou. As ruas estreitas, o tempo passando. Todos têm um destino, um ponto em comum. Tudo passa pelo coração do Rio.

Coração que bate forte. Pulsa o povo para canto lado da cidade. O chão de pedra, por onde passou a história do Brasil, hoje é habitado por comerciantes, lojistas, ambulantes, desempregados. Empresários, executivos, banqueiros... gente tão diferente, com poderes nada parecidos. A procura por emprego passa por lá! O emprego do dinheiro também! Se o centro do Rio é o coração financeiro da cidade, a riqueza está nas fachadas históricas. As construções imponentes do tempo colonial. Os casarões de séculos passados preservados, que hoje sediam centros culturais. A arte, de graça, perto de todos. Ah!! A comida também... A boa e velha Confeitaria Colombo, conhecida em quase todo o Brasil (mesmo que muitos nem tenham pisado lá). As paredes, os objetos, espelhos, cristaleiras datam de 1894. E até hoje ela está lá, iluminada. Depois de Rui Barbosa, que tal você tomar um cafezinho? Não tem como não se encantar...

O centro da Cidade Maravilhosa, pode ser redundante, mas é maravilhoso. O passar dos anos trouxe os grandes edifícios. Mas qualquer arranha-céu, mesmo gigantes, curiosos; não tem o charme dos sobrados, colados nas calçadas, a espera de quem, todo o dia, passa por ali. Muitas vezes não são notados. Mas quando não passam despercebidos, revelam a poesia de uma época. A vida que passou por ali. O centro do Rio é a lembrança da grande cidade pequena, que apesar de todo o movimento não perde as características mais remotas. É como a Rua do Ouvdor: "a nostalgia do Rio que era mais feliz..."

Rua Gonçalves Dias - centro do Rio de Janeiro.

Os trechos escritos sobre a Rua do Ouvidor são do samba do Acadêmicos do Salgueiro, vice-campeão do carnaval de 1991, com o enredo "Me masso se não passo pela Rua do Ouvidor". As história do Rio ainda não acabaram. E as fotos, no meu fotolog.

O trabalho...

É, foram-se as férias! Agora não sei se vou atualizar todos os dias o Off. Fiz uma matéria hoje com alguns números alarmantes. As ocorrências de abigeato no interior da cidade de Capão do Leão, município que deve ter uns 20.000 habitantes, chegam a quase 200. 500 animais foram roubados entre março de 2003 e março deste ano. Os números são do Sindicato Rural do município. Matéria que amanhã deve sair no RBS Notícias...

... Enquanto isso, o TCC

vai bem, obrigado! Tenho dois livros novos aqui! Novos??? Comunicação e Indústria Cultural comprei num sebo lá no Rio. É do Gabriel Cohen. E Carnaval, seis milênios de história, do Hiran Araújo. Vamos lá que falta pouco mais de um mês....

Bingo!!! E eles voltaram...



Escrito por Rodrigo às 22h01
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Copacabana

Se meu endereço por dez dias foi a avenida Atlântica, não posso deixar de falar sobre o bairro que me encantou. A "Princesinha do mar", histórica, é sensacional. Encanta nipônicos, europeus, norte-americanos e este gaúcho que vos escreve. Gaúcho que, alguma vezes, era confundido com os gringos pelos vendedores à beira-mar. Porque será?

O baiano Dorival Caymmi se apaixonou e traduziu muito bem a alma da praia em suas canções. Copacabana é especial. Incomparável. Desde o mar agitado, o repuxo, até mesmo as canequinhas das cariocas que não se aventuram a entrar no oceano.

"E à tardinha o sol poente, deixa sempre uma saudade na gente...". É no entardecer que Copacabana fica ainda mais movimentada. Os moradores saem do trabalho para aproveitar aquele presente de Deus. Formas aperfeiçoadas pelos humanos. No inconfundível calçadão, pessoas velozes caminham para manter a forma. Alguns repousam sentados nos - poucos - bancos espalhados pela orla. Copacabana é mágica!

Numa noite, minha mãe puxou papo com um senhor que estava sentado, observando o movimento. Ex-morador de Ipanema, ele dizia: " - Estou arrependido de ter vindo para cá. É muito violento!". Achando que estava ali há pouco tempo, minha mãe questiona: " - O senhor mora aqui há quanto tempo?". " - 30 anos!", responde. Fico imaginando. Se Copacabana é tão ruim assim, porque ele está lá até hoje?

O velho bairro não perde o charme. Se a avenida Atlântica - com um interessante sistema de trânsito - é um cenário típico de praia, o mesmo não se pode falar das vias paralelas. Como a avenida Nossa Senhora de Copacabana - um mundo totalmente diferente. É a "cidade maravilha purgatório da beleza e do caos". Carros, ônibus, táxis dividem espaço não sei de que forma! É tudo muito rápido... e ainda tem os pedestres, implorando para atravessar a rua. Movimento intenso, buzinas, conversas paralelas. Parece o centro de uma grande cidade, totalmente "urbanóide". Se não olhássemos nas ruas perpendiculares, seria possível até esquecer da praia...

Mas, infelizmente, não posso seguir a orientação do velho Caymmi. "Sábado em Copacabana", por enquanto foi só um. E se ele diz que vai voltar "lá pra semana"... aproveite por mim!

"Copacabana, princesinha do mar
Pela manhã tu és a vida a cantar
E à tardinha o sol poente
Deixe sempre uma saudade na gente..."
(Copacabana - João de Barro e Alberto Ribeiro)

Tem mais Rio no próximo post!

Quando?

Ontem, dia 03, foi o aniversário de 14 anos da minha prima Amanda. Durante uma conversa:

Mãe da Amanda: "O tempo passa, a Amanda já tem 14 anos! Já estou até preparando o vestido branco para a festa dos 15 anos dela!"

Mãe do Rodrigo, admirada: "Meu Deus, quando ela faz 15 anos?"

Risada geral por muitos minutos!

A vida como ela é...

Não, não é Nélson Rodrigues. Ele se chama Mauro Castro. Durante os meus acessos diários ao Querido Leitor, da Rosana Hermann, um blog sugerido pelo Marcos Menezes. Um suposto taxista de Porto Alegre se inspira no "trabalho" para escrever crônicas do dia-a-dia. O resultado está no taxitramas. Vale a pena conhecer!

Agora eu vou indo, aproveitar o último dia de férias - que foram maravilhosas! Mas já estou com saudades do trabalho...



Escrito por Rodrigo às 01h09
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Vai ser difícil esquecer...

Continuando as aventuras de um gaúcho em terras cariocas. Se o Rio de Janeiro é a cidade do samba, como não conhecer a Marquês de Sapucaí? O palco do maior espetáculo da Terra é tão grande quanto as escolas que passam por ela no carnaval. A praça da Apoteose, com seu enorme arco, encanta! O gigante de concreto, vazio, impressiona, e me fez imaginar a época de carnaval. Milhares de pessoas assistindo a outros milhares de foliões passando... sensacional! Espero, um dia, conhecer ao vivo o que a minha mente cria!

Durante o ano letivo, os camarotes da Marquês de Sapucaí abrem espaço ao ensino. Neles funcionam três escolas e uma creche.

Do profano ao sagrado, o Rio de Janeiro possui muitas igrejas. Eu entrei em três. Além das minhas orações, observei os detalhes em cada uma delas. De uma, em Copacabana, não lembro o nome - acho que era Santo Antônio. Me pareceu a Igreja onde eram gravadas cenas da minissérie "As Noivas de Copacabana". A Catedral, extremamente moderna, é grandiosa. Já a Candelária, a mais conhecida, é imponente. Rica por fora e mágica por dentro. É como se ficassemos protegidos por Deus para sempre. Mas, ao sair na rua, a lembrança de um chacina que matou oito crianças na escadaria que conduz à fé. O assassinato dos meninos, por Policiais Militares em 1993, é lembrado através de pinturas dos corpos na pedra. Cena que nos faz refletir sobre a situação do menor abandonado...

"Alma e paixão popular" - o templo do futebol no mundo fica no Rio de Janeiro. Por R$10,00 é possível conhecer o Estádio do Maracanã, o maior do planeta. É, aquele mesmo contruído em 1950 para sediar o que poderia ser o primeiro título da Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Não foi o que aconteceu. Mas depois do fracasso, o Estádio Mário Filho serviu de palco para eternos craques e encontros que só fizeram bem ao futebol brasileiro. As conquistas da "canarinho" estão em imensos painéis, espalhados pelo corredor que leva o visitante até o vestiário. No saguão das autoridades, imensos quadros com os grandes nomes do esporte nacional. E a calçada da fama, onde os jogadores eternizaram seus pés.

O Rio de Janeiro ainda não acabou... vou continuar escrevendo sobre minha estadia na Cidade Maravilhosa! E além dessas, outras fotos, vocês sabem: no fotolog!



Escrito por Rodrigo às 01h12
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"Rio você foi feito pra mim...."

Pra mim, pra ti, pra todos! Vai ser difícil escrever aqui a emoção que senti na Cidade Maravilhosa. Pode ser violenta, pode amedrontar; mas este título o Rio de Janeiro nunca vai perder. Deus foi muito bondoso com aquela cidade. As montanhas encravadas no mar. Um povo hospitaleito e as construções que aumentam o charme da cidade. É como diz a propaganda: "Rio. Incomparável!". Não há nada no mundo igual.

A vista do Pão de Açúcar é uma das mais lindas que já vi. O passeio, único. Desde a espera pelo bondinho - e aquele gostoso friozinho na barriga - já vivi a magia do lugar. Parecia prever a vista que me esperava... lá em cima! Na foto, o Aterro do Flamengo, o bairro Glória e, ao fundo, o Centro. Foi lá - no Arco do Telles - que bebi muitas cervejas com os amigos não mais virtuais. Uma turma que eu conversava há três anos. Conversa que, numa madrugada, só acabou às seis horas da manhã. Resultado: cheguei no hotel ganhando de presente o amanhecer na praia de Copacabana.

Aliás, a praia da Zona Sul do Rio foi a minha eleita. Aquele charme dos anos 50 permanece. A vida agitada na avenida Atlântica é a prova que o Rio de Janeiro não pára! O povo na rua caminhando para vencer o tempo... no Rio, parece que o dia é menor: às 17h30 já está anoitecendo! Muitos idosos aproveitando a beleza de Copacabana, podendo desfrutar do descanso merecido vivendo em um lugar tão especial quanto o bairro.

Ipanema tem aquela história, toda uma importância cultural. O Leblon, a alegria e ao mesmo tempo a tranquilidade de uma das praias mais belas do Rio de Janeiro. Tomar banho de mar vendo o Morro Dois Irmãos... tem coisas que só o Rio faz por você!!!

Na verdade a foto foi tirada do Arpoador. A maior parte da praia é Ipanema e ao fundo o Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea. "Vejam essa maravilha de cenário..."

Cenário que encanta na Lagoa Rodrigo de Freitas. Os altos prédios são pequenos perto dos imensos morros que se formaram por ali. A união entre a obra Divina e humana é sensacional. Valoriza cada forma do Rio. A caminhada na volta da Lagoa rejuvenece, anima...

"O Criador ao terminar sua jornada, maravilhado a bela obra contemplou...". E aquele cartão postal! No alto do Corcovado, ele está lá de braços abertos abençoando o Brasil. A visita ao Cristo Redentor me encheu de paz. Mesmo com o lugar lotado, é possível ver, com detalhes, cada cantinho da Cidade Maravilhosa. A Zona Norte, o Centro, as praias da Zona Sul, o verde, a Floresta da Tijuca.

"E no decorrer dessa viagem" aconteceram várias coisas legais. Conheci cada lugares interessantes, diferentes e especiais. Vou continuar escrevendo bastante sobre o Rio de Janeiro por aqui... Preciso dizer o que achei de lá?

"O Rio é o paraíso tropical, o resto é notícia de jornal..."

Mais fotos? Tem no fotolog.



Escrito por Rodrigo às 13h35
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