Diário do Cassino
Foi dez!!! Sabe aqueles dias que a gente tira para esquecer a rotina e apenar se divertir? Sem relógio, sem pressa... só aproveitando as coisas boas? Pois é... eu já estava me esquecendo de como era isso. Tanta rotina, tanta coisa, tanta preocupação que, de vez em quando, a gente tem algumas lembranças escassas de coisas desse tipo. Férias! De dois dias... mas férias!
Sexta-feira: A janta foi preparada pela Fê. Eu lavei a louça. Ficamos de papo até tarde... isso porque no Cassino, morto, não havia ninguém. Feriadão de Páscoa, fim da temporada de verão, não era de se admirar. Tudo bem! Nada que uma cervejinha e uma boa conversa com os amigos, em casa, não resolvesse.
Sábado: Acordar tarde e começar, de leve, a beber uma caipira. Claro, depois do leite é hora de abrir os trabalhos. Modéstia à parte, minha caipirinha está ótima. O povo adorou. Depois ainda deu tempo para um banho de mar. Coisa boa! O almoço foi arroz com galinha (ou seria ao contrário?). Prato da Fê, é claro. Depois, um sono básico e o jogo do Xavante na TV. A decepção do empate com o Grêmio foi esquecida com umas cervejas. Depois dos cachorros-quente da noite, a diversão!
A cena: "perdidos" no centro de Rio Grande, lá pela meia-noite, tentando encontrar o Tigrão. Isso mesmo... esse é o nome do lugar. "É muito bom, toca música boa e vai gente ajeitada lá", insistia a Fernanda. Até chegar ao local, mais contratempos: o carro da Michele simplesmente pára de funcionar na frente da garagem de uma casa. Nem sei em que bairro a gente andava nesse momento. O pior? O dono da casa chega, querendo "adentrar" a garagem. Sorte que o carro dele era da mesma marca e, bastou o jovem senhor chegar, que o Uno começa a funcionar. 1 x 0 para nós. Conseguimos encontrar o Tigrão e... a decepção! Só senhores e senhoras, com idades já avançadas, dançando juntinhos. A cara do público nos olhando era algo. Depois de uma cerveja, fomos embora encontrar o Lad´s. "Lá é bacana, é um Degrau Sertanejo melhorado", dizia a Fernanda. Ok... bem melhor!!!!
As caras, logo na porta, eram o máximo. Ali bastava para fazer a minha festa... de risadas. A Michele e a Fernanda entram para conhecer o ambiente e voltam. Depois de 15 minutos, o grupo resolve entrar... de graça!!! Sim, ninguém paga para entrar no lugar. Lá dentro... uma gente FEIA! Desdentadas, mulheres com cabelos anos 70, velhas se achando jovens, crianças de 15 anos se achando adultos. Sério: a guria mais bonita lá dentro era vesga. Sem falar no clone da Nazaré... até fiquei com medo de levar uma "chave-de-coxa". Valeu pela música.... "xonei, xonei, xonei". Foi divertidíssimo!!!!
Domingo: Dormir até tarde depois da intensa noite e esperar um churrasco jogando Canastra. Ganhei fazendo dupla com o João. Depois, sobrou para eu lavar toda a louça do churrasco enquanto o povo dormia. Fui descansar com a turma, tomando um banho de mar. Hora de arrumar as coisas, comer a torta de bolacha da Fê, revelar o amigo secreto de Páscoa e voltar para Pelotas cheio de recordações. Valeu, amigos! Estava dez.
(As fotos, em breve, estarão no flog!!!)
Escrito por Rodrigo às 22h49
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De volta!
Não fazia tanto tempo que eu não passava por aqui. Os mais ligados devem ter lido um "minipost" nos comentários. Foi o que deu para fazer nos últimos dias. É falta de tempo, falta de novidades, falta de vontade.
É, o mês de fevereiro foi bem complicado. Qualquer pessoa que tirasse férias no trabalho tinha um substituto: Rodrigo Cordeiro. Ou seja, trabalho duplo, as vezes triplo, e dias inteiro na TV. Passou, aos poucos vou voltando ao velho - e bom - ritmo e cuidando mais da vida pessoal. Falando nisso, ela tem melhorado. Por causa de medidas severas, mas que valem a pena. Tenho mais tempo para mim, para os amigos, para a música, cinema, risadas.
O trabalho? Anda bom! Na quinta-feira vivi coisas interessantes e esquisitas. Convivi com pessoas que conheço muito bem de nome e vejo praticamente todos os dias na TV. A maioria nunca tinha visto ao vivo. E o que leva passar uma madrugada inteira conversando em um bar de hotel, tendo que acordar cedo no outro dia? A loucura, a amizade, o Jornalismo. Foi bacana demais conhecer colegas de trabalho no Seminário de Jornalismo da RBS, em Gravataí. Pude perceber que as coisas que acontecem comigo são comuns a qualquer um. Aqueles dias em que somos o máximo; outros em que queremos desistir de tudo. Acho que esse bate-papo informal foi até mais interessante que as próprias palestras (válidas também, é claro). Mas a troca de experiências (mesmo que poucas), conselhos e risadas foram compensadoras.
Valeu, também, mais uma transmissão de futebol. Aos poucos, acho que vou me reencontrando com a alegria do trabalho. Aquela tensão inicial dá lugar a vontade de passar a informação, de interromper a narração quando se tem algo a acrescentar. É difícil, é bom. Pena que o resultado de sábado, Brasil 0 x 1 15 de novembro, não ajudou muito...
Milagre! Na semana passada, enfim, assisti ao "Tholl, imagem e sonho". Me arrependi... de não ter ido antes! O espetáculo é incrível, transporta os espectadores a um mundo mágico, arrepiante. Simples como colocar um sorriso nos lábios. Difícil como fazer acrobacias no ar, preso à cordas... Demais. A meninada da Oficina Permanente de Técnicas Circenses está de parabéns pelo trabalho "made in Pelotas", com muito orgulho!
Hoje é segunda-feira. Falta pouco para o fim de semana, a Páscoa. Meus amigos e eu temos um programa bem especial para os próximos dias. Meus amigos!!! Vai ser ótimo!
Escrito por Rodrigo às 22h46
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